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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Numerologia - Influências Ancestrais



Dentro do estudo Numerológico podemos ver o quanto somos influenciados por aqueles que vieram antes de nós. 

Por isso se torna importante contemplar e entender de perto o nome que carregamos em nossos documentos ou em nosso coração.


Para a maioria das pessoas, o nome de família acompanha muitas gerações e o sobrenome representa uma forte conexão com os antepassados, bem como um caminho similar.
 
A Numerologia é uma ferramenta que ajuda a identificar essas conexões kármicas por ser uma ciência que trata da tomada de consciência e planejamento de tendências. 

O sobrenome que recebemos dos nossos pais traz em si a essência do karma, uma característica, que também pode ser uma limitação, que vem sendo compartilhada e trabalhada pelos ancestrais ao longo de muitas gerações. Códigos de conduta, ética, moral, valores religiosos, conceito de bem e mal, bem como predisposições genéticas a determinados tipos de doenças, a padrões de comportamento, pensamento e reação são  herdados e passados adiante.

Da mesma maneira que nossos pais absorveram de nossos avós os modelos de conduta, tendemos a absorver, imprimir e incorporar profundamente as impressões passadas por eles a nós, ou seja, muito da nossa percepção de mundo e da própria construção de nossas personalidades é emprestada pelos pais e outros que estão a nossa volta.
Ao nascer em determinada família nos identificamos com a característica de grupo. Assim, ao investirmos num processo de autoconhecimento e auto-desenvolvimento estamos tanto crescendo para nós mesmos como também para todos os nossos descendentes e, por vezes, para quem está ao lado.



Um exemplo quando se tem o sobrenome em comum com outros é que o caminho espiritual também se desenvolve em moldes semelhantes. Claro que o nível de intensidade e de experiências espirituais é muito pessoal, e que não pode, possivelmente, ser comparado com o de uma outra pessoa. Cada um escolhe ou é levado para uma religião, mas a semelhança pode aparecer no COMO seguimos essa escolha.

E a profissão que escolhemos é gosto pessoal ou escolha predeterminada?
Se na maioria das vezes até o time de futebol é herança familiar...

Nas famílias é particularmente interessante notar o costume, ainda hoje em prática, da parte feminina assumir o sobrenome do marido, e a influência que tal sacrifício tem nas experiências pessoais de uma mulher. Ela, por escolha ou costume, entrega uma parte de sua própria identidade e seu próprio caminho espiritual à Família que a recebeu. Muitas vezes, isso tem um efeito positivo sobre o relacionamento se todos conseguem manter sua individualidade e, principalmente se conhecem o histórico familiar.
Hoje em dia alguns homens já estão adotando o sobrenome da esposa. E casais que já não tem mais o sobrenome familiar com quem mais se identificam registram seus filhos com ele, ou mesmo anexam o sobrenome ao atual.


Mas o sobrenome revela muitos outros aspectos genéricos.

O que significa esse nome? Tem algum simbolismo? Algum fator histórico?
Qual resultado da soma das letras?
Uma determinada letra ou número que se apresentou mais de uma vez? O que isso quer dizer?
Alguns números não aparecem... isso é bom ou ruim?

Isso tudo pode ser visto em uma análise acurada do nome de família.


http://khresterion.blogspot.com.br/p/agende-sua-consulta.html







segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

2014, ano 7 – Ano do Carro



Por Veet Pramad
O número sete era o número da vida eterna no antigo Egito e sendo um número primo representa a pureza. Sempre foi considerado o número da magia e do mistério, porque integrando, o numero três, número do abstrato, com o quatro, o número da matéria e do concreto, representa o canal através do qual poderíamos materializar nossos pensamentos e propósitos mentais. 

Temos o Sete nas cores do arco-íris, nos dias da semana, em cada uma das fases lunares, nas sete notas musicais ocidentais que nos levam até a oitava, ou seja, podemos considerar o sete como um número que regula as vibrações, culminando um ciclo e abrindo outro. Está presente também nos sete planetas principais, os sete metais principais, os sete chacras, os sete mares, as sete artes clássicas, as sete maravilhas do mundo antigo, e na tradição católica os sete sacramentos e as sete virtudes católicas.
É um numero que está muito presente na vida da mulher, pois o ciclo menstrual dura 28 dias, ou seja, quatro vezes sete dias, a ovulação sucede no dia número quatorze, ou seja na segunda semana, a implantação do óvulo acontece na terceira semana e a gravidez dura quarenta semanas. 
No prisma vemos como o raio branco se desdobra em sete onde podemos deduzir a equação matemático-esotérica 1 = 3 = 7.
Todas as cartas múltiplas de sete, O Carro, A Arte de número 14 e o Universo de número 21 fecham um ciclo e abrem outro. 
Na carta do Carro este ciclo é fechado através de abandonar tudo o que não preenche, tudo o que não ajuda a sentir-nos plenos, o que já não gera entusiasmo, o que não mobiliza, o que não anima. Aqui nos desapegamos do peso morto, do que estava apenas ocupando espaço. Então, leves de bagagem podemos trilhar melhor o caminho que realmente nos preenche e mobilizar-nos neste sentido. Aqui largamos toda uma serie de vínculos profissionais, econômicos, familiares, amorosos, compromissos financeiros e assim fechamos um ciclo conquistando uma autonomia, uma independência das obrigações que tínhamos assumido geralmente por pressões externas. Construímos o que os jungianos chamam de uma persona com uma capacidade de trabalhar no mundo prático independente destas pressões externas. 
Claro que o cocheiro de Crowley está dentro daquela armadura dourada, indicando que continua carregando toda uma serie de padrões de comportamento, crenças e hábitos, que dificultam seu crescimento. No entanto ter eliminado aquele peso morto lhe dá uma leveza, uma possibilidade maior de avançar em seu verdadeiro caminho. O cocheiro está mobilizado por um impulso do inconsciente em direção a sua plenitude, isso o leva a eliminar o que não quer, embora se ainda não sabe muito bem o que quer, que forma vai tomar este caminho, como vai ser este novo ciclo, o fato de eliminar o que não o preenche, lhe vai ajudar muito a descobrir o que realmente quer, de fato não é possível colocar vinho em uma taça que já esta cheia.
 
Para informações completas:

 http://www.tarotterapeutico.info/home3.html

VEET PRAMAD estudou Ciências Químicas na Universidade Complutense de Madri.
Pesquisa e trabalha com o Tarô desde 1980 e em 1987 criou o conceito de Tarô Terapêutico a partir de várias abordagens terapêuticas – Osho, bioenergética, processo Fisher-Hoffmann, biodanza, psicodrama, etc. e de suas experiências com diferentes tradições em dez anos de viagens pelos mais diversos lugares.

Através de sua Leitura Terapêutica procura transformar o Tarô num instrumento para sintonizar a pessoa com a sua essência, identificando e ajudando a resolver padrões de comportamento que impedem a realização pessoal. Autor de diversos livros fundou a ESCOLA INTERNACIONAL DE TARÔ TERAPÊUTICO com alunos na Espanha, Portugal, México, Chile e Brasil.

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Quem sou

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Descobri cedo o caminho do autoconhecimento e a partir da adolescência direcionei o foco dos meus estudos para essa autodescoberta. Dissequei a mim mesma em busca de respostas estudando diversas matérias, que entendi serem totalmente interligadas.
Com a Arithmologia venho me aprofundando em técnicas de respiração, meditação, cromoterapia, cinesiologia, e tecnologia espiritual. Desenvolvi a Arithmognose Terapêutica: o cuidado consigo e com os outros, através do conhecimento e essência dos Arithmos (números) pessoais.
Graduada em Direito, mas trabalhando com Consultoria, Coaching e Aconselhamento Metafísico a distância, tenho como objetivo esclarecer e motivar o cliente/coachee para que este possa perceber e/ou experimentar uma conscientização das potencialidades inerentes em si que repercutem diretamente em suas ações.

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