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7 de mar. de 2018

Emoções indigestas e doenças psicossomáticas

“Quando não nos expressamos através da linguagem verbal, o corpo se encarrega de apresentar o seu próprio discurso. Sendo assim, a qualidade de nossos pensamentos e sentimentos irão repercutir na qualidade de nossas emoções e consequentemente em nossa qualidade de vida”



“Como você funciona diante do estresse diário ou quando uma situação requer uma demanda emocional mais intensa? Como você lida com sentimentos como a tristeza e a raiva? Você perdoa com facilidade ou tem a tendência de guardar mágoa e rancor?

O ser humano é um todo integrado, não existindo na prática separação entre mente e corpo. Sendo assim, processos físicos não estão dissociados de processos mentais. Partindo deste pressuposto, todos nós somatizamos em maior ou menor grau, dependendo do evento estressógeno, bem como de nossos recursos físicos e emocionais.

Seguindo esta linha de raciocínio, excetuando as doenças congênitas, nenhuma doença é totalmente física ou totalmente “mental”, já que o ser humano é sistêmico, apresentando, portanto, abordagem multifatorial na determinação de seus comportamentos, bem como no desenvolvimento de qualquer transtorno. Em outras palavras, o homem é biopsicossocial e espiritual. Qualquer teoria ou conceito que não vá de encontro com esta multideterminação do homem é reducionista e não procura compreende-lo em sua complexidade e singularidade.

Sendo assim, a qualidade de nossos pensamentos e sentimentos irão repercutir na qualidade de nossas emoções, e como o homem não é dissociado, o físico pode adoecer por conta de emoções mal elaboradas. Fundamental é um espaço de escuta, sendo a verbalização ponto importante no processo de cura.

Quando não nos expressamos através da linguagem verbal, o corpo se encarrega de apresentar o seu próprio discurso e isto é totalmente personalizado. Não existe uma “receita pronta” que explique matematicamente que “dor nas costas” significa isto, que “dor na garganta” significa aquilo. Em processos subjetivos esta convicção é muito perigosa, visto que a pessoa pode se vincular a um significado pronto e “fugir” das reais significações personalizadas que originaram aquele distúrbio. 
Cada individuo apresenta capacidade de vivenciar de maneira única, embora existam explicações etnopsicológicas que contribuem significativamente na elucidação da maneira de estar e sentir de um determinado grupo social.


Deste modo, o cultural é apenas uma fatia de um processo global, sendo necessário muita cautela para não reduzir o homem a um único aspecto; sendo primordial realizar uma análise funcional personalizada para avaliar como se processa o cotidiano da pessoa, para averiguar algum comportamento disfuncional ou condição que possa estar colaborando para o desenvolvimento daquele distúrbio especifico. Sendo assim, fatores genéticos, ambientais, idiossincráticos e estilo de vida devem ser levados em conta.

A grande maioria das “perturbações psicossomáticas” que desenvolvemos estão associadas a sentimentos negativos como ressentimento, raiva, ódio, inveja, tristeza, mágoa, culpa, frustração, medo e falta de perdão. O perfil psicológico de pessoas com somatizações intensas são as angustiadas, rancorosas, reprimidas, tensas, ansiosas, inflexíveis e controladoras.

Sendo assim, emoções negativas devem ser trabalhadas, pois estas nos envenenam lentamente, minando o Sistema Imunológico e fragilizando nosso organismo. O resultado disto: abrimos frestas para o desenvolvimento de algumas doenças, tais como ulcera gástrica, dores músculo-esqueléticas (por ex. Fibromialgia), doenças cardíacas, respiratórias, auto-imunes e até mesmo o câncer. Deste modo vale a pena refletir sobre a qualidade das emoções que estamos alimentando diariamente pois estas tem o poder de curar e gerar doenças.

A questão do perdão deve ser aprofundada, pois a não-liberação deste é terrível, não se tratando somente de religiosidade ou mesmo de espiritualidade. Vários estudos científicos já comprovaram o quanto o ódio, a tristeza e a falta de perdão assolam nosso físico e a nossa existência. Como relatei em um outro artigo, perdoar não é somente um ato de benevolência para com o outro, mas sobretudo de inteligencia para conosco. Este raciocínio advém do fato de que é contraproducente continuarmos reverberando este mesmo mal, ou seja, não devemos ruminar nossa desventura, pois muitas vezes aquele que causou um dano, sequer está lembrando do fato. Em outras palavras, os únicos prejudicados somos nós mesmos, entre aspas, pois a Lei Divina, que é perfeita darà a cada um de acordo com as suas obras. Portanto, o melhor a fazer é trabalhar cada aspecto negativo dos “bombardeios da vida” a que estamos sujeitos e sendo assim, desenvolver estratégias existenciais para fechar feridas emocionais quando isto for preciso.O mal pode prevalecer por alguns instantes, mas nunca vence! Faça a sua parte, faça o bem e deixe o resto por conta do universo.

Para Refletir:
O trabalho constante das emoções tóxicas tem o poder de curar nossa vida, pois tiramos um peso das costas. O melhor a fazer por nossa saúde é esquecer aquela raiva, trabalhar aquela tristeza, ressignificar algum acontecimento que nos foi direcionado consciente ou inconscientemente, posicionando-nos como agentes ativos do processo. Esta atitude de não-vitimização nos traz outra perspectiva diante do nosso sentimento de impotência, das nossas carências, frustrações e crises existenciais. Sendo assim, trabalhemos cada mágoa, ressentimento e descompensações, libertando-nos das amarras que impedem uma vida de qualidade.

Por Soraya Rodrigues de Aragão - Psicóloga, psicotraumatologista,Expert em Medicina Psicossomatica e Psicologia da Saude. 
 
Fonte: OBVIOUS

Expressar os sentimentos faz bem


Expressar os sentimentos é importante tanto para a saúde quanto para as relações pessoais e profissionais. “A nossa percepção de mundo é formada por nossas emoções, pensamentos e sentimentos. Dependendo de nossas disposições pessoais ou momen­tâneas, podemos fazer conjecturas que interpretem de maneira errônea situações e atitudes, levando-nos a reagir ou tomar decisões pouco funcionais. Expressar-se permite fazer saber ao outro como nos sentimos em relação a algo e, com isso, abrir a possibilidade de conhecer também como o outro se sente e vê a situação”, afirma a psicóloga Ana Lúcia Martins Silva, do Serviço de Psicologia do Hospital Israelita Albert Einstein. “Quanto mais expressamos nossas emoções e sentimentos, mais nos permitimos compreender a nós mesmos e a quem está próximo de nós”, ratifica o psicólogo clínico Fabio Pezzuto Pereira, pós-graduando em Neuropsicologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

No entanto, expressar o que se sente não é fácil para todas as pessoas. “A dificuldade pode ser derivada de inúmeros aspectos, como uma característica da personalidade, questões culturais, problemas do humor, entre outros”, explica Ana Lúcia.


"EXPRESSAR OS SENTIMENTOS É SAUDÁVEL TANTO PARA OS RELACIONAMENTOS QUANTO PARA O CORPO E A MENTE, ALÉM DE DESPERTAR UM NOVO OLHAR PARA O AUTOCONHECIMENTO"
 
“Reprimimos [as emoções] porque apren­demos que, socialmente, muitos sentimentos não são sinônimos de ‘boa educação’ ou porque nem desenvolvemos a capacidade de reconhecê-los”, acrescenta a psicóloga Tania Aldrighi Flake, professora do curso de Psicologia da Universidade Anhembi Morumbi. “Geralmente, são nossos próprios conflitos internos, como a desconfiança, o medo, a vergonha e a prepotência que nos impedem de expressar nossos sentimentos”, comenta Fabio.

Mas é importante saber que expressar os sentimentos faz parte da receita para uma vida saudável. “A repressão das emoções é uma das principais causas de vícios, abuso, depressão e outros tipos de doenças em nossa cultura”, alerta Tania. Fabio explica que a nossa mente não está dissociada do nosso corpo. “Ao canalizarmos nossa força para reprimir nossos sentimentos, o corpo, através de sintomas físicos, passa a manifestar o nosso conflito interno. Como exemplo, podemos pensar na gastrite, ou na enxaqueca, que desenvolvemos quando enfrentamos um período de maior estresse ou de preocupação”, esclarece. “Quando guardamos uma mágoa, podemos logo identificar o impacto na nossa respiração, nos batimentos cardíacos”, recorda Tania. Segundo Ana Lúcia, “o isolamento social, que é uma das características de quem expressa pouco os sentimentos, vem sendo apontado pela literatura como um fator predisponente à doença arterial corona­ri­ana (um tipo específico de doença cardíaca). Ainda não se sabe explicar qual o mecanismo responsável por este fenômeno, mas a reatividade fisiológica provocada por emoções negativas e escolhas de vida que prejudicam a saúde geral tem sido hipótese”.

“MUITA GENTE CONFUNDE ‘EXPRESSÃO DE SENTIMENTOS’ COM DESPEJAR ‘TUDO’ NA PESSOA QUE ESTIVER MAIS PRÓXIMA OU NA QUE FOR O PIVÔ DA SITUAÇÃO”
Não existe uma única maneira de se manifestar os sentimentos. Fabio recorda que eles também são expressos “através do movimento facial, de um sorriso, de um olhar, do choro, de algum movimento corporal ou qualquer comportamento semelhante”, mas como fazê-lo verbal­mente, da maneira e no momento que sejam mais propícios? “O caminho é nos posicionarmos com equilíbrio, buscando nos expressar de maneira verdadeira e, ao mesmo tempo, prudente, de acordo com cada situação”, sugere o psicólogo. Segundo Tania, “muita gente confunde ‘expressão de sentimentos’ com despejar ‘tudo’ na pessoa que estiver mais próxima ou na que for o pivô da situação. Expressão saudável de sentimentos é conseguir manifestar e liberar as emoções sem ferir o outro ou a si próprio, ou seja, quando os sentimentos são expressos sem intenção de prejudicar o outro ou que o outro seja a nos­sa válvula de escape. Isto requer aprendi­zagem e, antes de tudo, conhecer a si próprio”, enfatiza. Para Ana Lúcia, “o melhor é expor os sentimentos de maneira assertiva, em um momento em que haja tempo, segu­rança e confiança” para tal. “Para isso, é preciso autoconhecimento e um trabalho consciente na construção dos relaciona­mentos”, reforça a psicóloga.

Publicada originalmente em Revista Em Dia

22 de jan. de 2018

Empatia - o verdadeiro significado. Você é uma persona empática?


Existem pessoas que têm uma forte natureza empática. A empatia é uma capacidade que se expressa através da sensibilidade.

Algumas pessoas têm essa sensibilidade, tão aguçada e aflorada, que podemos defini-las como empáticas, pois, sentem e conseguem perceber os sentimentos, a vibração, a energia do outro, até mesmo, de forma intuitiva.


O empático consegue decifrar e sentir, não só através de outro ser, mas, em outras formas de expressões, nas quais ficaram registradas a emoção e o sentimento do outro, tais como: lugares, textos, objetos, pinturas, músicas, fotos, gravação de voz, cartas, e outros.

Pessoas muito sensíveis têm um forte grau de empatia, e quanto mais empática a pessoa for, mais agirá como tal, mesmo que não demonstre abertamente.

A partir da empatia se originam atitudes compassivas, parcerias, comunidades, ações humanitárias, projetos solidários, criações artísticas, ações filantrópicas, que expressam o sentimento pelo que o outro sente, independente da espécie.

SINÔNIMOS DE EMPATIA


Do dicionário dos sinônimos, empatia é a "compreensão emocional e identificação com outra pessoa". São seus sinônimos: a identificação, a compreensão, o entendimento, a afinidade e a sintonia.

SIGNIFICADO DE EMPATIA


A empatia significa compreender o outro, utilizando a razão, a vibração, a intuição, a emoção, a atenção, a percepção e a ação, expressando compaixão e sensibilidade para com o que o outro sente e tendo a percepção de como ele lida com isso.

EMPATIA, PSICOLOGIA


Contrariando o que se costuma entender por empatia, que seria uma espécie de "colocar-se no lugar do outro", uma pessoa empática, para lidar e utilizar, de forma equilibrada, sua capacidade de compreender o outro, precisa não se confundir com o outro, para não se perder de si mesmo.

Cada pessoa é única tem suas experiências, reações distintas, maturidade, grau de consciência, mesmo, havendo semelhanças com a outra pessoa, um empático consegue imaginar e intuir a situação do outro, mesmo sendo diferente dele.

Uma pessoa empática compreende o grau de dificuldade, a realidade e o sofrimento do outro, diante do que o outro está vivendo (não ele próprio). Demonstra compaixão, aceitação e age para com seu próximo, sem julgamento, passando força e o incentivando a reagir, para transcender o que lhe afeta ou aflige.

EMPATIA X SIMPATIA


Vale salientar que a simpatia costuma ser associada à empatia, mas nem sempre, uma pessoa simpática é empática, pois, simpatia tem mais a ver com afinidade, extroversão, comunicabilidade e projeção social, e, por vezes, aquele que é simpático, pode ser mais inclinado a ser uma pessoa egoísta ou narcisista (admiração pela própria imagem), e, não se expresse, de forma empática, sabendo ouvir e compreender o outro, embora saiba se comunicar, agradar e atrair a atenção dele.


Existem várias maneiras de demonstrar empatia a outro ser e entender um outro ser, não só o humano, mas também os outros seres vivos, que sentem, como nós, pois, uma pessoa empática, geralmente, é sensível a todos os outros seres.

Veja alguns exemplos:
  • Uma pessoa empática observa o que o outro expressa e sente;
  • Ouve, olha e sente com o coração aberto, a cabeça livre, tem sensibilidade, atenção e percepção à expressão e à reação do outro ser;
  • Ajuda, se for possível, quando o outro precisa de auxílio, mesmo que, seja o conforto da presença, do abraço ou de uma boa vibração para ele.
  • Tem compaixão pelo sofrimento alheio.
  • Age e se relaciona com o outro sem discriminação, críticas, julgamentos e condenações diante da fragilidade do outro.

O QUE A EMPATIA NÃO É

Empatia, não é projetar o que sentiríamos, no lugar do outro, se estivéssemos na mesma situação, pois, de repente, o que sentiríamos seria bem diferente do que sente quem está vivendo a situação, então, o que pensamos ser empatia, não passa de projeção.

Empatia não é se colocar no lugar do outro, pois, quem se coloca no lugar do outro, pode acabar ficando no lugar dele.

Uma coisa é compreender, se solidarizar, ter compaixão, aceitar as limitações do outro e ajudar, existindo condições para isso.

Outra coisa é se identificar com o problema do outro, como se fosse o seu e, por vezes, atraindo para si uma situação, que o outro precisa vivenciar, impedindo, com isso, que ele, através, de determinada experiência, cresça, se aprimore e desperte para coisas que não percebia antes de viver determinada experiência, adquirindo, assim, aprendizado e mais maturidade.

Empatia é compreender e aceitar o outro, porém sem se anular e ser complacente quando ele age, de forma prejudicial e maledicente, ou, até sem perceber, com excessiva dependência, sugando a energia da pessoa que é empática, para com ele.

Existem situações que uma pessoa empática está sujeita a passar caracterizadas pelo "vampirismo emocional", nas quais a pessoa que precisa de ajuda, sem perceber, pela excessiva dependência e manipulação emocional, acaba sugando energeticamente o outro, que demonstra empatia por ela.
Ser empático não é mimar e tratar o outro como um coitado, mas vê-lo com respeito e dignidade, enxergando o potencial e a força que carrega, dentro de si, estimulando sua capacidade de superação.

DIFICULDADES E TENDÊNCIAS DE UMA PESSOA EMPÁTICA

Embora empatia não seja ficar no lugar do outro, uma pessoa empática se comove e sente aquilo que o outro sente, com mais facilidade por conta da sua natureza sensível, intuitiva e emotiva. Por vezes, até mediúnica ou telepática, então, é comum ficar triste com a tristeza do outro, em contrapartida, ficar alegre com a alegria do outro.

Uma pessoa empática não se sente bem em lugares carregados, pela facilidade que tem de sentir a vibração e a energia do ambiente e das pessoas.

Dependendo do grau de empatia da pessoa, ela sentirá as vibrações coletivas. Acontece, por exemplo, quando de repente, mesmo sem motivo, a pessoa sente "algo no ar" e não sabe bem o que é. Por isso um empático é inclinado à ter oscilações de humor, pois sente as alterações vibratórias externas a ele.
A dor e o sofrimento dos seres indefesos como crianças, idosos, animais e outros seres da Natureza são sentidos com grande intensidade, gerando sofrimento por uma pessoa empática.

Muitos seres humanos empáticos, movidos por essa forte sensação e empatia, se dedicam ao ativismo, ao trabalho em ONGs, atuam como Protetores, criam movimentos, são voluntários em Instituições de Caridade, praticam a filantropia, colocando em prática sua empatia para com todos estes seres que precisam de ajuda, defesa e proteção.

A acentuada capacidade empática de uma pessoa, que confere à ela uma forte predisposição para ouvir e compreender, frequentemente faz com que esta pessoa seja muito procurada para ouvir desabafos e para dar conselhos, e, por vezes, se não souber filtrar e administrar isso, ficará cansada e, até, se sentindo "sugada" de tanto ajudar e dar atenção aos outros. Mas há vantagens em ser uma pessoa empática. 

OS BENEFÍCIOS DA EMPATIA


Geralmente, terapeutas, psicólogos e líderes espirituais têm forte capacidade empática, e a utilizam para ajudar o ser humano, em seu desenvolvimento.
Poetas, artistas, pintores, músicos, fotógrafos, produtores artísticos e do cinema, geralmente, utilizam a capacidade empática para produzirem suas obras artísticas e expressarem seus próprios sentimentos como os dos outros seres.

A empatia desperta o interesse de conhecer e aprender com o outro. Desenvolve a afinidade, cria laços entre os seres, ajuda a promover um mundo melhor, sem preconceitos, segregações e separatividade.

Através da empatia, se desenvolve uma corrente do bem, sem olhar a quem, ou seja, viver com empatia é valorizar o outro, pelo que ele é, independente de rótulos, graduações, posses, status, condição econômica e social, raça, credo, time de futebol, partido político, sexo, opção sexual, idade, espécie, e outros.

O essencial é o que interessa para que vive de forma empática.
Nossa Alma é empática ! 

EMPATIA SE DESENVOLVE COM A PRÁTICA


Vimos o que significa a expressão da empatia em nossa Vida, e mesmo que, existam pessoas que tenham mais propensão a terem maior grau de capacidade empática, não quer dizer que, aqueles que não tenham, não possam desenvolvê-la. Tudo é questão de, realmente, querer colocar a empatia em prática, pois, essencialmente, somos naturalmente empáticos, mas, devido à mecanicidade e à complexidade do mundo, fomos perdendo essa faculdade.

Que tal resgatá-la? Será que você é uma pessoa empática? Acreditamos seriamente que sim :)

Texto originalmente publicado em 
https://www.greenme.com.br


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